Dicas, Dicas!!

Eis que escrevendo o projeto da monografia da minha pós em jornalismo e mídias digitais, me vejo de frente com perguntas que achei que já estavam respondida há tempos… Por que devemos dar credibilidade aos blogs de viagens? Onde foi que eles acertaram para superar em vários casos, a necessidade de ir até uma agência de viagens por exemplo? E a revistas de turismo? Perderam espaço para o travelbloggers?

Debruçada nestes questionamentos que comecei a minha pesquisa acadêmica para desenvolver a monografia. Ainda há pouco material disponível, pois pode não parecer, mas o brasileiro costuma dar muita atenção a agências de viagens na hora e decidir seu roteiro de viagem, sim. O que é absolutamente normal. Entretanto, os blogs especializados em viagens e turismo tem ganho cada vez mais visibilidade e adeptos deste tipo de pesquisa.

O que é ótimo para nós que escrevemos no intuito de compartilharmos nossas experiências com outros viajantes e turistas.

Pensando nisso, entre algumas páginas já escritas da pesquisa,  já que o intuito do blog é compartilhar vivências, resolvi resumir aqui algumas dicas para os viajantes não transformarem suas viagens em torturantes dias sem rotina, com horários apertados e corre-corre sem fim.

Talvez já tenha escrito algo parecido aqui no blog, já que ele é de dicas sobre viagens e turismo mas de qualquer forma, uma informação a mais nunca é demais, não é mesmo?

Então vamos lá:

Transporte:

 Conexões apertadas, marcação de voos e trens noturnos ou muito cedo, não conhecer e/ou não ter um prévio conhecimento do transporte público da cidade que irá visitar são os erros mais comuns dos viajantes independentes no  quesito transporte.

Evite ao máximo conexões aéreas com menos de duas horas de intervalo. Decolagens atrasam, desembarques atrasam e se tiver que pegar a mala para despachar no voo seguinte então… Evite pensar que será mais rápido fazer uma conexão com intervalo entre chegada e saída  muito próximo. A chance de você perder a conexão é enorme e o risco de não conseguir outra tão facilmente também.

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Trens noturnos e/ou voos muito cedo. Trens noturnos só valem a pena se a viagem for em cabine individual, no máximo, dupla e com cama e banheiro. Fora isso, dormir sentado a noite toda e esperar para ter um dia seguinte glorioso na cidade escolhida é  uma roubada sem tamanho. Dormir mal significa passar o dia todo mal, e consequentemente não aproveitar muita coisa.

Acomodação

Aí vai depender do seu grau de desapego e  quanto pode pagar por isso. Albergues já foram sinônimos de bagunça e falta de segurança mas, felizmente, esse conceito vem mudando bastante. Há vários albergues onde famílias inteiras se hospedam sem problema algum. O importante nesse caso, é sempre procurar referências em sites conhecidos. Booking.com e tripadvisor são ótimos para  fornecer além dos valores praticados, as impressões dos hóspedes.

Comidas típicas

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É uma parte da viagem bastante contraditória. Comer ou não comer as comidinhas típicas dos lugares visitados? Bem, eu sempre digo para ter cautela, não sair por aí experimentando qualquer coisa em qualquer lugar. Em muitos lugares do mundo é comum uma barraquinha ou banquinha vendendo algo típico da região para comer, eu sempre vou com calma, presto atenção as condições de higiene do lugar e se tiver temperos muito exóticos e/ ou ingredientes igualmente diferentes daqueles que estou acostumada a ingerir, penso algumas vezes se vale a pena mesmo “correr o risco”. Mas isso é algo bastante pessoal, eu no quesito alimentação, sou um bocado seletiva, se não conheço e não confiei na cara do lugar onde a comida está, certamente não vou comer.

Farmacinha de viagem

Logicamente, escrevendo sobre comidas típicas, me lembrei de alguns perrengues  que passei com  alguns temperos mundo afora… Por isso, tão importante quanto o passaporte, é ter uma farmacinha de viagem. Já escrevi um post específico sobre isso. Não dê bobeira, leve consigo alguns itens importantes que podem salvar a sua viagem.

Vestuário e mala

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Outro item bastante polêmico. Entendo que para muitos, levar um pedaço da casa consigo é uma forma de sentir mais confortável mas vamos combinar que menos sempre é mais. Não precisa levar uma mini mudança na viagem, lembre-se que viajar também é uma forma de praticar o desapego e se dar um pouco de liberdade. Leve o básico, de preferência que caiba numa mala média para que você possa carregá-la sem problemas.

Moeda local e idioma

Se você pretende viajar pela América do Sul, o idioma não será um problema, o portunhol é facilmente compreendido e o português falado pausadamente, também. Leve dólares e troque em casas de  câmbio ou nos bancos, a cotação é bem melhor do que levar a moeda local daqui.

Se você vai para a Europa, leve euros, lógico. Se por acaso, for para um país, que embora faça parte da União Européia, ainda tenha a moeda local em circulação, não se preocupe, o euro é bem aceito e no máximo você receberá o troco na moeda local. Salvo a Inglaterra que mantém a Libra como moeda principal, nos outros países essa questão monetária é bem tranquila. Os cartões pré-pagos mesmo com o IOF alto são uma boa opção, prática e segura.

Ah sim, na Europa, arranhar um inglês básico é fundamental. Mas demonstrar interesse em aprender como se diz palavras básicas no idioma local, é mostrar-se simpático e interessado na cultura e isso normalmente, tem efeito bastante positivo.Por hora, é só.  Mas volto logo!!

Boa viagem!

Sou como você ou nem tanto. Gosto de viajar, conhecer lugares novos, me divertir e sem gastar muito. Na faixa dos 30, carioca, museóloga, aprendiz de fotógrafa, viajante desde muito tempo, sempre atrás de boa comida, conhecedora experiente de chocolates, fã de cachorros e viciada em museus.

Roteiros personalizados: tudo que você precisa para fazer a viagem perfeita!

Viajar é uma delícia e todo mundo gosta! Conhecer novos lugares, degustar novos sabores, fazer aquelas fotos que serão guardadas por toda vida, enfim… viajar é uma das melhores coisas que podemos fazer!

Pois bem, quando pensamos em viagem, temos duas opções. Comprar um pacote na agência ou se aventurar e fazer toda a programação por nós mesmos. Eu conheço muito bem as duas opções e particularmente a segunda é a minha preferida. Poder escolher quantos dias ficar em cada lugar, quais passeios fazer, hospedagem mais adequada, transporte mais prático, etc e tal. Dá um super trabalho e requer tempo e paciência para fazer toda a pesquisa e contatos necessários. Para muitos, é bem complicado começar e terminar um roteiro de viagem. Perfeitamente compreensível.

Se você quer viajar de forma independente, mas não tem ideia, nem tempo, nem paciência para pesquisar o roteiro, seus problemas acabaram!!! Eu estou aqui pra te ajudar!!!

Deixa eu te contar um pouquinho mais sobre mim (pra te convencer a me contratar logo!!! Hahahaha):

Sou a Juliana, escrevo o blog viagens & diversão desde 2011. O blog surgiu a partir duas demandas, a primeira, por conta dos amigos que pediam dicas dos lugares que eu conhecia e a segunda,  a ideia de “guardar” as lembranças das minhas viagens em um ambiente que eu pudesse ter acesso com facilidade. Foi assim que comecei a blogar. Mas viajo desde que me entendo por gente.

Dificilmente viajo sozinha, tenho dois companheiros bem ativos e bem diferentes ou do outro: o maridão – historiador, cozinheiro de mão cheia e o responsável por escolher os cardápios aqui de casa e dos lugares que visitamos. Ele também é o que chamo de “pop up” dos lugares históricos! Tem sempre uma informação a mais. E minha mamy! Uma senhora divertida de 60 e poucos anos, que adora fazer umas comprinhas por onde passa, não liga de carregar sua mala no metrô mas não abre mão de um belo café da manhã no hotel! Quando vou viajar com um dos dois, o roteiro acaba passando por alterações para que eles, assim como eu, possam desfrutar a viagem da melhor maneira possível. Por isso, eu te digo, de 8 a 80, faço roteiro de acordo com os gostos pessoais.

Ahhh mas e você Ju? Do que você gosta? Eu gosto de museus (sou museóloga faz mais de 12 anos), gosto da vida ao ar livre, de caminhar pelas ruas, de encontrar boas ofertas em lojas de departamentos, de comer chocolates, de uma cama confortável e de fazer turismo sem parecer turista, entende?

E pensando nisso, resolvi desenvolver um serviço de consultoria de roteiros personalizados. Através de uma entrevista detalhada por email ou skype eu vou montar um roteiro bem redondinho pra você aproveitar sua viagem ao máximo de acordo com as suas preferências.

Além disso, nesse roteiro, eu vou te dar detalhes gerais do lugar, tais como, fuso, moeda, clima na época da viagem, dicas de acomodação, de passeios, transporte público e palavrinhas mágicas caso o idioma seja totalmente desconhecido pra você. O Guia será feito em Pdf, eu te mando por email e você poderá imprimi-lo ou baixar no smartphone e tablet.

Mas pra quê buscar um roteiro personalizado?

Você deve estar se perguntando: e os guias que vemos por aí, já não tem isso tudo? Sim, tem sim. Baseado no meu expertise com viagens para vários cantos, eu vou montar um roteiro que virá separado por números de dias, assim, você não perderá tempo em deslocamento para os passeios e não precisará pensar no que fazer naquele dia. É só pegar o guia e ir! Por isso, é tão importante nossa comunicação. O custo, o estilo, os gostos pessoais, as limitações, enfim, tudo isso eu vou te perguntar para poder fazer um roteiro perfeito para você e não para qualquer pessoa. Será um roteiro feito para você! Com seus gostos, no seu tempo, do seu jeito!

Quanto vai custar?

É difícil cobrar por esses trabalhos, sabe? Então um jeito de ficar honesto para você e para mim é cobrar por dia de viagem. Se for uma viagem de família, de casal, de amigos ou sozinho, não importa. O investimento por dia de viagem será de R$45,00 (quarenta e cinco reais) e eu torço para que você fique viajando por muitos dias!!! Hehehehehe . O pagamento poderá ser feito pelo paypal (cobrado no cartão de crédito) ou por depósito em conta. Com 50% do pagamento feito no fechamento do contrato e os outros 50% no dia da entrega do roteiro.

O que eu não posso fazer por você: reservar voo,  hotel,  passeios, comprar ingressos online e transfer. Mas tenho parcerias com empresas que oferecem esses serviços e te mando os links com tudo detalhadinho. É só clicar e fazer a reserva, sem complicação e burocracia.

São vários os países que eu já visitei e que você poderá identificar facilmente no blog. E nesses países eu posso te ajudar com o roteiro de acordo com o que você quer.

Gostou da ideia? Então entre em contato através do email: contatoviagensediversao@gmail.com e solicite seu roteiro personalizado!

Sou como você ou nem tanto. Gosto de viajar, conhecer lugares novos, me divertir e sem gastar muito. Na faixa dos 30, carioca, museóloga, aprendiz de fotógrafa, viajante desde muito tempo, sempre atrás de boa comida, conhecedora experiente de chocolates, fã de cachorros e viciada em museus.

Viajando sozinha pelo Irã

Muitas pessoas, certamente a maioria, pensarão que o Irã é um local perigoso para viajar. Vem à memória as imagens dos barbudos assaltando a embaixada dos EUA e depois a intolerância religiosa e o ódio aos estrangeiros, especialmente aos cristãos. Parece ser então um país a evitar, certo? Engano seu!

A Hospitalidade Iraniana

Os iranianos são na verdade um dos povos mais hospitaleiros do Mundo. Eles adoram estrangeiros. Talvez por saberem como o seu país está sendo pintado no mundo afora, fazem questão de demonstrar que a realidade está bem distante da mensagem passada nos mídia ocidentais.

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É comum o estrangeiro que, ao  caminhar pelas ruas de uma cidade iraniana abordado por locais que falam como podem, um inglês de pouca qualidade, com mil e uma perguntas, tipo: O que está achando do país? Tudo está correndo bem? O que já visitou e o que mais pretende conhecer? Mulher ou homem, não vale a pena ter receio. É pouco provável que se trate de algum truque. Os iranianos têm um interesse genuíno na opinião que os estrangeiros formam do seu país e fazem tudo para que seja favorável.

E não raro, convidam os viajantes para ficarem em sua casa. Sem malícia, é boa hospitalidade mesmo, por estranho que pareça às mentes ocidentais.

E as Mulheres?

Não há como abordar de outra maneira: a cidadania da mulher iraniana é considerada de segunda classe. Os seus direitos legais são menores, apesar de poderem votar. Mas a lista de discriminações é imensa. Isso pode se complicado  mas do ponto de vista da mulher estrangeira que visita o país, as coisas são melhores. São tratadas com respeito pelas autoridades e pelas pessoas comuns, e apesar de terem algumas obrigações podem, geralmente, usufruir da experiência de visitar o Irã sem problemas.

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Claro que como em qualquer país, Irã ou Brasil, França ou África do Sul, vai sempre haver um “engraçadinho-sem-noção” que vai assediar, sussurrar frases suspeitas, seguir por um bocado. Mas são casos isolados. A regra é o respeito.

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As Exigências

Apesar de também os homens não poderem andar no Irã livremente – short e bermudas são proibidos, por exemplo – as mulheres sentirão mais as restrições, talvez por colidirem de forma mais frontal com os valores culturais habituais no “nosso mundo”. E o símbolo principal destas exigências é o “hijab”, o lenço que deverá cobrir a cabeça das mulheres – estrangeiras ou não – em todo território iraniano.  Naturalmente  mostrar qualquer parte das pernas está fora de questão. Na prática a mulher deverá vestir-se por completo, deixando coberto todo o seu corpo e cabeça. E nada de roupa justa. As formas femininas deverão ser disfarçadas quanto possível. Como se estivesse num país muito frio.

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Segurança

Estas são as boas notícias: o Irã é dos países mais seguros do mundo, pelo menos nos locais onde os turistas usualmente andarão. Claro que existem criminosos, e sub-mundos. Mas funcionam noutros universos e o estrangeiros estará sempre em total segurança. É portanto seguro para uma mulher que deseje viajar sozinha, desde que esteja disposta a sujeitar-se às regras de indumentárias indicadas             .

É verdade que a pressão da ignorância é enorme. Quase todas as pessoas que conhecemos vão pensar que viajar ao Irã e loucura. É essa a mensagem que os mídia têm transmitida durante décadas, vá-se lá saber porquê. Mas se procurarmos a verdadeira informação, por exemplo, lendo artigos de bloggers que tenham visitado o país compreendemos até que ponto a manipulação informativa chegou. E percebemos que para uma mulher visitar o Irã a solo é tão adequado como fazê-lo em qualquer país europeu, desde que esteja disposto a vestir-se segundo os costumes locais, aliás, de forma mais branda.

 

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Serviço:

Como ir: Quase todos os viajantes chegam ao Irã voando até à sua capital, Teerão. Pode consultar na Rumbo quais os voos mais econômicos para o Irã. A rede de transportes públicos no país é excelente e ninguém terá dificuldade em explorar o Irã depois de lá se encontrar.

Quando ir: O Verão – entre Junho e Setembro – é muito quente. O melhor é ir logo depois ou mesmo antes. O clima é mais ameno e também são as épocas em que existem mais turistas.

 

Post escrito em colaboração com Ricardo Ribeiro, Rumbo.pt.

Sou como você ou nem tanto. Gosto de viajar, conhecer lugares novos, me divertir e sem gastar muito. Na faixa dos 30, carioca, museóloga, aprendiz de fotógrafa, viajante desde muito tempo, sempre atrás de boa comida, conhecedora experiente de chocolates, fã de cachorros e viciada em museus.

O que fazer em Santiago do Chile – 9 atrações gratuitas!

Olá pípol!

Em tempos de vacas magras, dólar nas alturas e grandes chances de planejar uma viagem pelas redondezas mesmo, escrevo este post com algumas atrações que são gratuitas e estão bem pertinho daqui, em Santiago do Chile. Uma cidade muito bacana que adorei conhecer e pretendo voltar logo!

Então, vejamos!

1. Centro Histórico e Plaza de Armas

O ponto de partida da maioria dos tours. Com museus, praça arborizadas e no centro da cidade, comece seu roteiro por aqui. Não tem erro.

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2. Catedral Metropolitana de Santiago

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3. Mercado Central 

Uma mistura de artes locais, música, gente e comidas típicas,  o mercado é um ponto de encontro da cultura chilena. Ótimos restaurantes e uma arquitetura bem interessante.

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4. Palácio La Moneda – troca da guarda

Esqueça as rixas com o pessoal da farda, deixe o preconceito de lado e vá admirar o ato cívico mais popular do Chile  que acontece desde 1851!  Não perca a hora! Todos os dias às 10 da manhã pontualmente.

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5. Cerro Santa Lucía

Quer ter uma linda visão panorâmica da cidade e dos andes? Suba o Cerro Santa Lucia.

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6. Bairro Paris Londres

Bem no centro da cidade, uma rua escondidinha e linda!

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7. Bairros Bella vista e Lastarria

Restaurantes, grafittis, gente descolada e na moda. Bairro moderninho e excelente para dar uma volta.

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8. Feirinhas de artesanato

São várias pela cidade e você pode encontrar aquela lembrancinha, não de graça mas por um precinho bem simpático.

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9. Museu de arte pre colombiana

Entrada gratuita todo primeiro domingo do mês!! Para todas as idades!

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Que saber mais? Clique aqui e veja o índice de posts sobre Santiago.

Boa viagem!

Sou como você ou nem tanto. Gosto de viajar, conhecer lugares novos, me divertir e sem gastar muito. Na faixa dos 30, carioca, museóloga, aprendiz de fotógrafa, viajante desde muito tempo, sempre atrás de boa comida, conhecedora experiente de chocolates, fã de cachorros e viciada em museus.

Top 10 atrações gratuitas em Praga, República Tcheca

 

Olá pípol!

Continuando nossa série de posts sobre 10 atrações gratuitas em capitais da Europa. A cidade da vez é Praga na República Tcheca ou Checa, ainda usam as duas grafias por lá.  Praga fica no Leste Europeu e foge um pouco das armadilhas das grandes capitais. Não é necessariamente uma cidade barata, mas tem seu custo-turismo bem mais justo do que outras capitais com Paris e Londres, por exemplo. É possível encontrar boas acomodações por valores interessantes, a gastronomia não é cara, lógico que isso varia muito em relação ao que você procura, o transporte é barato e, para nossa alegria, várias atrações turísticas são ao ar livre e gratuitas!!!

 

Então vamos ao top 10 Praga. Não esqueça da dar uma olhada no mapa lá embaixo para se localizar melhor e traçar o roteiro mais adequado para você.

1. Castelo de Praga.

trata-se de um complexo fortificado no alto de uma colina onde encontramos diversos museus, jardins, ruas e igrejas. As atrações são pagas à parte mas caminhas pelas ruazinhas medievais e ter uma linda vista da cidade, é de graça!

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2. Troca de guarda no Castelo de Praga, na República Tcheca. De hora em hora.

Vale a pena conferir pela coreografia bem marcada da rapaziada da farda.

3. Walking tour FREE, em Praga. Diariamente, não é preciso reservar.

Vi muitos desses grupos espalhados pela cidade. A maioria dos passeios é inglês mas soube que existem horários específicos em espanhol. O bacana desses walking tours é que são feitos por pessoas que vivem na cidade, por isso, contam particularidades e detalhes além de terem um diálogo que mais de parece um grupo de amigos conversando entre si. Acesse o site e veja os pontos de partida e horários.
4. A Charles Bridge (ou Ponte Carlos)

Com mais de 500 anos de construção, sua função era facilitar a travessia sobre o rio Vlatva.  Hoje, é fechada aos pedestres é a principal ligação entre a região do Castelo de Praga e a cidade Velha (Staré Mesto).  A ponte, por si só, já é uma atração. Com várias estátuas em tamanho natural de figuras religiosas, como Jesus Cristo e São Venceslau (o patrono da República Tcheca),  a ponte conta ainda com  três torres majestosas que emolduram o cenário todo.

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5. Rua Karlova
Assim que atravessar a Ponte Carlos, você começa a caminhar por esta rua que é uma graça!  Edifícios antigos mas muito bem cuidados, coloridos, galerias de arte com vitrines divertidas, teatro de bonecos, artesãos espalhados pela rua.  É um excelente lugar para caminhar com tranquilidade e admirar a arquitetura que parece de uma cidade cenográfica de tão bem cuidada que é.

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6. Staré Mesto ou  Praça da Cidade Velha

Meu lugar preferido em Praga e certamente um dos mais movimentados também. Com um conjunto arquitetônico singular, composto por edifícios que atravessam os estilos do medievo até o barroco italiano, a praça é o ponto de encontro de várias tribos: Dos viajantes aos estudantes.

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7. Colina Petryn

Estando o dia ensolarado, suba até a colina Petryn para apreciar seus belos e muito bem cuidados jardins (acho que no inverno não deve valor muito a pena). Lá também está localizada a Igreja onde fica a pequena estátua do Meninos Jesus de Praga.

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8.  Relógio astronômico
A cada hora cheia, um boneco representando a morte aciona um carrilhão por onde desfilam bonecos de 12 apóstolos seguindo São Pedro, diante de uma multidão que lota os arredores. O relógio, construído em 1410, mantém o mecanismo original reformado entre 1592 e 1572.

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9. Praça Venceslau

Apesar de levar o nome de praça, na verdade é uma grande avenida, larga, onde pedestres e carros convivem com alguma harmonia. Composta por grandes edifícios, lojas de cadeia internacionais e hotéis, o que chama atenção é o edifício grandioso Museu Nacional (Narodni Muzeum). A parte central da avenida é bem cuidada, com um jardim  bem bonito mas não deixa de ser uma grande área comercial.

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10. Artistas de rua

Praga está lotada deles que tem uma  autorização para expressar a sua arte na rua. São bandas, atores, artesãos, sempre muito criativos e divertidos. Vale a pena parar para ouvir ou apreciar seus trabalhos.

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Sou como você ou nem tanto. Gosto de viajar, conhecer lugares novos, me divertir e sem gastar muito. Na faixa dos 30, carioca, museóloga, aprendiz de fotógrafa, viajante desde muito tempo, sempre atrás de boa comida, conhecedora experiente de chocolates, fã de cachorros e viciada em museus.

Top 10 atrações gratuitas em Roma

Olá pípol!
Em tempos de Euro e dólar altíssimos, é preciso dar uma pisada no freio, não é mesmo? se você pretende viajar  este ano e ainda não comprou as passagens, não reservou a hospedagem, sugiro que faça logo, a não ser que o dinheiro esteja sobrando meeeesmo… aí pode deixar tudo para a última hora. Mas se não está sobrando e  esses itens já estão adiantados, comece então a pensar no roteiro mais econômico e dinâmico para fazer render cada centavinho.

Visitei algumas capitais interessantes nos últimos anos e, econômica como sou, sempre procurei intercalar o roteiro com atividades gratuitas e pagas. Algumas não tem jeito, você vai ter que pagar se quiser conhecer mas lembre-se que em todo lugar sempre há boas atrações gratuitas, sobretudo na Europa.

Então vamos lá, a ideia é lançar uns posts com o TOP 10 das atividades gratuitas que em nada perdem para as pagas.

A primeira cidade que escolhi é Roma. Por várias questões. Roma é uma cidade onde a hospedagem é cara, alimentação na área turística é cara também mas em compensação é um museu a céu aberto. Você pode facilmente caminhar por dias pela cidade sem gastar nada, a não ser com transporte e alimentação. Nesse ponto, Roma é perfeita!

Listei abaixo algumas das minhas atrações preferidas e gratuitas.  Vejamos:

1.Visitar a Piazza e Basílica de São Pedro – prepare-se para a fila! Mas prepare-se para fortes emoções mesmo para quem não é católico

Ponto-chave da cidade. Uma praça enorme, bonita com a Basílica imponente te chamando para uma visita. Quem estiver no Vaticano, encontrará mais facilidade para entrar na Basílica  mas quem não estiver, não vai ter jeito, compre um lanchinho e vá para a fila. Você vai encontrar vários brasileiros e papear um bocado, ate que chegará a sua vez de entrar e olha, não vai se arrepender! É bonita mesmo!

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2. Visitar o Panteão, a igreja mais antiga de Roma
O entorno assusta: cavalos e carruagens, homens fantasiados de gladiadores, pau-de-selfie por todos os lados, orientais com roupas florescentes de nylon… Foi no Panteão que quase tive uma crise de claustrofobia por conta da quantidade de gente. Vale a pena dar uma passada e sair logo dali.

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3 Visitar a igrejas!
A cidade é cheia de Igrejas lindas, muitas vezes com uma fachada que você não dá a mínima mas que escondem obras de arte valiosíssimas em seu interior! Viu uma Igreja aberta? Entre!

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4. Percorrer as ruínas  do Fórum Romano
Cheia de mapinhas explicativos que reconstróem com desenhos a área original,  essas ruínas são o máximo! E pensar que tudo aquilo que você viu e ouviu na escola existiu de verdade!! E influenciou tanto o mundo em que vivemos hoje.

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5.  NÃO atirar uma moeda  na Fontana di Trevi
Depois de um tempo com a vista prejudicada pelos tapumes, a Fontana volta aos seus dias de glória! Linda, linda!! E cheia de gente em volta mas como ver é de graça, tá valendo!!! E nada de jogar moedinha, ok?!

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6.  “Dar um tempo” na Scalinata di Spagna
É o ponto de encontro dos turistas arrasados de tanto bater perna pelo centro histórico. Mesmo que você não esteja assim tão cansado (a), vai sentar uns cinco minutos nas escadaria nem que seja para procurar sinal de wifi para postar algumas fotos na rede social…   Na época do natal  é montando uma enorme e lindo presépio.

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7. Fontes da Piazza Navona. Mas nada de atirar moedinha aqui também, ok?!
Praças e fontes são o forte de Roma. E a piazza Navona realmente esbanja lindeza com aquelas fontes. Pare para perceber a complexidade das esculturas e pense como era esculpir aquilo tudo com toda perfeição usando instrumentos rústicos e sem nenhum protótipo para seguir!! Imagina!!

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8. Passe pela Piazza venezia
Outra praça daquelas que você fica pensando: Megalomania, Você vê por aqui! Nesta praça está o monumento em homenagem ao rei  Victorio Emanuelle II. Mas cadê o monumento? Ah, você acha que uma estátua no meio da praça?? Errou!!!!  O monumento é aquele edifício gigantesco mesmo.

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9. Visite a ponte de Santo Ângelo – em frente ao castelo de mesmo nome
As pontes sobre o rio Tibre também são badaladas. Mas esta é a minha preferida. Em frente ao Castelo Santo Ângelo, esta ponte guarda esculturas perfeitas de Anjos feitas por Bernini, que é “o cara” da arquitetura!

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10. Testar sua coragem!!

É uma escultura em pedra, que reza a lenda “come” a mão do mentiroso que a põe em sua boca.  Vai testar?? É de graça!!! hahahahahaha

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Dê uma olhada neste mapa. Aqui eu marquei estes pontos todos. Perceba que é tudo relativamente próximo e metrô tem em todo canto o que facilita bastante a caminhada e evita gastar dinheiro à toa com táxi.

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Sou como você ou nem tanto. Gosto de viajar, conhecer lugares novos, me divertir e sem gastar muito. Na faixa dos 30, carioca, museóloga, aprendiz de fotógrafa, viajante desde muito tempo, sempre atrás de boa comida, conhecedora experiente de chocolates, fã de cachorros e viciada em museus.

Uma outra face de Paris: Père Lachaise

Olá pípol!

A primeira coisa em que pensa quando chega a Paris? Talvez no Arco do Triunfo ou na Torre Eiffel? Os bancos do Sena? Os cafés? Mas, claro está, Paris é muito mais que esses clichés que já conhecemos bem.

Entre as muitas possibilidades que a capital francesa tem para oferecer aos seus visitantes estão os belos cemitérios, citados em vários guias de viagem, recheados com túmulos de gente famosa, quase museus de arte ao ar livre. E não pense que só os mais excêntricos curtem este tipo de passeio, esses locais são visitados por milhares de pessoas, de todos os tipos e lugares do planeta, todos os anos.

Alguns são muito conhecidos: o de Montmartre, de Montparnasse e mesmo os de Picpus e Passy. Mas nenhum ultrapassa o esplendor de Père Lachaise.

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Um Pouco de História

O nome do cemitério é inspirado no padre confessor do rei Luís XV, François de La Chaise, que viveu na casa junto à capela. A propriedade foi adquirida pelo município de Paris em 1804 e logo nesse ano o cemitério foi aberto por ordem direta do imperador Napoleão Bonaparte. Essa era uma necessidade da cidade que tanto crescia e criava a demanda para criação de espaços próprios para enterrar o seus mortos.

Uma pequena curiosidade: a primeira pessoa a ser enterrada neste cemitério, precisamente no dia 21 de Maio de 1804, foi uma menina falecida aos cinco anos de idade, Adélaïde Paillard de Villeneuve. A sua tumba não existe mais.

Ironicamente este cemitério que hoje é considerado um símbolo da história de França era muito pouco apreciado por essa altura. As pessoas o achavam demasiado afastado da cidade e pelo final do ano apenas treze tumbas haviam sido criadas. Então a administração do cemitério decidiu usar uma técnica de marketing: com grande anúncio transferiram para lá os restos mortais de Molière e de Jean de La Fontaine. A manobra deu resultados: em 1830 já havia  cerca de 33.000 covas.

 

Um Cemitério de Famosos

Muitos cemitérios  têm túmulos de pessoas que imediatamente identificamos e há algo que nos toca quando descobrimos esses famosos. Mas em Père Lachaise são dezenas. Para os especialistas em cultura e história francesa serão centenas. Para dar apenas alguns exemplos mais conhecidos: Oscar Wilde, Honoré de Balzac, Maria Callas, Chopin, Molière, Jim Morrison, Marcel Proust, Rossini, Gibert Bécaud, Jean de La Fontaine, Edith Piaf e por aí vai…

A maioria dos visitantes se concentram no mapa e procuram os nomes das pessoas famosas.  Correm o risco de entrar numa espécie de safari mórbido, colocando toda sua energia no ‘’achamento” destes túmulos e perdendo maravilhas sem fim ao longo do caminho.

O melhor será encontrar um balanço, escolher alguns túmulos que gostaria mesmo de visitar, e nos percursos entre eles abrir bem os olhos e reparar nos detalhes, sem medo de se perder e sem se preocupar com o tempo que vai correndo.

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A área é imensa. São 44 hectares e há mais de um milhão de túmulos. Óbvio que não dá pra ver tudo. Esqueça essa parte e simplesmente caminhe pelos corredores abertos do cemitério. Atente nos pequenos esquilos que brincam nas árvores. Se for a época certa, delicie-se com as cores quentes da folhagem que vai caindo, criando no solo tapetes fascinantes.

Veja como são antigos alguns dos túmulos e como alguns parecem abandonados enquanto outros, mesmo sendo da mesma idade, ainda têm flores e velas que vão sendo colocados, sabe-se lá por quem.

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Numa determinada área, existem monumentos do tempo da Segunda Guerra Mundial. Aos trabalhadores forçados que os alemães levaram da França para dar alento às fábricas nazistas e, vários, aos judeus levados para os campos da morte. Há também impressionantes memoriais aos combatentes da Primeira Guerra Mundial.

Serviço:

Como ir: Para chegar à cidade o melhor será conferir quais os voos mais económicos para Paris através do buscador Rumbo. Uma vez lá, tome o metrô. A estação mais próxima é Philippe August na linha 2 mas a estação Père Lachaise, servida pelas linhas 2 e 3, também serve, ficando a cerca de 500 metros de uma entrada secundária do cemitério. Por fim há a estação Gambetta, também na linha 3, que permite ao visitante entrar junto ao túmulo de Oscar Wilde e depois percorrer boa parte do cemitério sempre a descer.

Quando ir: Qualquer altura é boa. Na realidade, um cemitério oferece ambientes diferentes mas igualmente atrativos em todas as estações do ano. As portas estão abertas entre as oito horas da manhã e as seis da tarde.

 

Post escrito em colaboração com Ricardo Ribeiro, Rumbo.pt.

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Sou como você ou nem tanto. Gosto de viajar, conhecer lugares novos, me divertir e sem gastar muito. Na faixa dos 30, carioca, museóloga, aprendiz de fotógrafa, viajante desde muito tempo, sempre atrás de boa comida, conhecedora experiente de chocolates, fã de cachorros e viciada em museus.

Perrengues de viagem

Quem nunca? Quem nunca passou por um perrengue daqueles durante uma viagem e achou que nada mais daria certo? Quem nunca ficou à beira do desespero com mala que não chega, com dor de barriga porque comeu algo que não devia, com uma baita dúvida porque pegou o trem errado e não sabe para onde está indo? Enfim, viajar é também passar por momentos de aperto mas encarar tudo de forma tranquila e saber que no final tudo dá certo, faz parte.
Vou listar agora alguns dos perrengues que passei e como contornei a situação. Fica a dica!!

1. Comer algo e descobrir que tem alergia. Barcelona.
Lindo dia de sol em Barcelona, fui reencontrar uma amiga de muitos anos que mora lá e escolhemos comer um arroz nigro, prato típico mediterrâneo feito com a tinta da lula. Delicioso, bem feito, tempero ok, tudo lindo. Terminamos o almoço e seguimos para o museu marítimo para uma visita. Chegando lá, meu marido olha pra mim e diz: “Ju, tá tudo bem? Você não está sentindo nada, não?”. Isso olhando como se estivesse examinando o meu rosto. Eu disse que estava tudo bem e ele insistiu para dar uma passada no banheiro e olhar o meu rosto. Fui pro banheiro. Quando me vi no espelho, quase tive um treco, metade do meu rosto estava inchado como se eu tivesse tomado um soco no olho. Desesperei. Pensei que pudesse ser uma reação ao arroz nigro do almoço e foi. Aí já viu, comecei a sentir falta de ar, tontura, enfim… Por sorte, fomos a uma farmácia e o farmacêutico quando me viu, falou na hora que era reação a tinta da lula. Compramos um antialérgico que eu já conhecia aqui do Brasil, tomei e fomos para o hotel. Caso não melhorasse, acionaríamos o seguro. Dormi a tarde toda por conta do efeito do remédio e quando acordei, o inchaço tinha desaparecido. Ufa!! Mas que foi preocupante, isso foi. Nota mental: nunca mais comer nada feito com tinta da lula.

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2. Comer algo que te dá uma tremenda dor de barriga. Budapeste.
Pois é, eu já devia ter entendido que não sou uma pessoa apta a sair provando toda comida típica que vende por aí. Na Hungria, existe um tempero muito comum chamado páprica. Ele parece com a nossa pimenta. Temperam quase todos os pratos com essa tal de páprica. Depois de uma manhã no museu histórico  Nacional da Hungria, paramos e um restaurante bem simples para o almoço. Pedi um frango com fritas e salada. Quando o prato chegou à mesa, era pura páprica. Comi o que deu, a base de vários goles de coca-cola para amenizar a ardência na boca. No final da tarde, não deu outra, uma dor de barriga que se estendeu por dois dias… Devo ter emagrecido alguns quilinhos… Nota mental: nunca mais comer nada com páprica e sempre levar na viagem remédio para dor de barriga.

3. Malas que se perdem e só chegam ao destino dois dias depois. Lisboa.                                                                             Estávamos indo de Paris para Lisboa. Despachamos as malas e embarcamos. Quando chegamos em Lisboa, fomos para a esteira das malas e aí começou aquela angústia… Parece que a mala de todo mundo chega, menos a sua! De fato, a minha chegou. A do meu marido, não. A companhia aérea disse que a mala estava no aeroporto de Paris e por algum motivo, não embarcou no nosso voo. Fomos para o hotel e no dia seguinte, retomamos contato com a  companhia e recebemos a informação de que não sabiam onde estava a mala… Sempre misturamos algumas mudas de roupa nas nossas malas  para caso aconteça esse tipo de problema.  Só na véspera de voltar pra casa, de madrugada, a mala foi entregue, toda destruída, no hotel.

4. Dinheiro acaba e nenhum caixa eletrônico aceita seu cartão de crédito. El Calafate.
Tínhamos três dias em el Calafate, seriam quatro, se a companhia aérea não tivesse atrasado em oito horas o nosso voo, se não tivéssemos perdido a conexão em Buenos Aires, enfim… Como era pouco tempo, levei poucos dólares e usaria basicamente o cartão de crédito para sacar dinheiro. Os dólares acabaram e precisamos ir ao caixa eletrônico para retirar Pesos. Nenhum, absolutamente nenhum caixa eletrônico da cidade aceitou o cartão. Ah sim, ele estava habilitado para uso no exterior. Tivemos que recorrer ao Western Union, que libera dinheiro nos postos dos Correios. Isso depois de várias ligações internacionais para conseguir a liberação. Nota mental: em lugares muito pequenos, nunca fique sem dinheiro em espécie.

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pelas ruas de el Calafate procurando um caixa eletrônico…

 

5. Malas (novamente) que não chegam ao seu destino junto com você. El calafate
Contei no tópico anterior que perdemos um dia na Patagônia argentina por conta da companhia aérea que atrasou em oito horas nosso voo para Buenos Aires. Com isso, perdemos a conexão para El Calafate também. Fomos alocados em um outro voo, com conexão em Bariloche, el Calafate e destino final, Ushuaia. Ficamos em el Calafate mas as malas foram descarregadas em Bariloche. Na mala de mão, haviam luvas, gorros e cachecóis para não passarmos frio na chegada. Ainda bem, porque as malas só chegaram no dia seguinte à noite.

6. Motorista do ônibus da excursão se perde na cidade e vai parar em algum lugar muito suspeito. Paris.
Essa foi hilária! Estou rindo agora mas na época rolou um medinho básico… Estávamos em uma excursão em Paris com um motorista espanhol. Depois de um city tour noturno, alguns viajantes ficaram no montmartre para um jantar, os outros voltariam para o hotel, era o nosso caso. Estávamos hospedados em um hotel muito distante do centro da cidade, então nos primeiros momentos não nos preocupamos com a demora da volta. Sendo que depois de um bom tempo rodando pela periferia de Paris, todo mundo dentro do ônibus começou a perceber que tinha algo errado. Eu olhava pela janela e via um bairro muito estranho, com gente mais estranha ainda olhando para o ônibus com cara de poucos amigos. Perguntamos ao motorista se aquele era mesmo o caminho e ele, muito sem graça, confessou que estava perdido… Foi tenso… mas conseguimos chegar ao hotel. No dia seguinte, no café da manhã, adivinha qual era o assunto?

7.Pegar o trem na direção errada e ir parar bem longe do destino. Amsterdã.                                                                          Tínhamos uma conexão bem larga em Amsterdã. Compramos passagens de trem para ir do aeroporto para o centro da cidade. Não sei onde erramos mas pegamos o trem com direção ao interior. Era uma paisagem linda, campos quilométricos de tulipas, uma vista incrível. Mas notamos que estava demorando muito para chegar a estação central, essa viagem era para durar cerca de trinta minutos. Já estávamos “viajando” há mais de uma hora… perguntei para o fiscal se aquele trem ia para estação central em Amsterdã e ele disse que não, que estávamos indo para o interior!! Saltamos na estação seguinte e pegamos o trem de volta…

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8. Ir para a rodoviária errada e quase perder o ônibus. Madri.
Tínhamos comprado passagens de ônibus pela internet para irmos de Madri para Granada. Só que a cidade de Madri tem, se não me engano, três rodoviárias diferentes, de onde partem ônibus para diversos locais na Espanha e fora dela. Pois bem, fomos para a rodoviária errada. Chegamos lá, procuramos a plataforma de embarque e não achamos, óbvio! Não era lá! Até entender isso, levou tempo… Não teve jeito, tivemos que pegar um táxi, pagar quase uma fortuna para chegar na rodoviária certa e correr uma maratona para não perder o busão…

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quase que perdemos esse aí…

 

9. Programa de índio.  Out let em Paris com muita chuva.
Como a maioria, eu adoro um out let! Então, pesquisei e encontrei boas indicações de um nos arredores de Paris: La Vallée Village. Convenci o marido a ir comigo, tava me sentindo super feliz!!! No dia, caía uma tempestade daquelas, embarcamos no trem e fomos. Deu tudo certinho, chegamos no out let sem problemas. O problema era o tempo. Chovia tanto mas tanto, que a parte descoberta do out let, local onde ficam as melhores lojas estava alagada e as lojas… fechadas! Perdemos quase um dia nesse programão…

E você, me conta o que já passou de perrengue por aí…

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Sou como você ou nem tanto. Gosto de viajar, conhecer lugares novos, me divertir e sem gastar muito. Na faixa dos 30, carioca, museóloga, aprendiz de fotógrafa, viajante desde muito tempo, sempre atrás de boa comida, conhecedora experiente de chocolates, fã de cachorros e viciada em museus.

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A dica mais preciosa que eu posso te dar

Olá pípol!

Este post não é sobre roteiro que fiz, museu que visitei ou hotel que fiquei. Este post é uma dica preciosa que talvez não sirva para você, marinheiro de primeira viagem internacional, ou até sirva sim para você refazer alguns planos de viagem…

Recebo diariamente emails com as mais variadas dúvidas: o que vestir, onde ficar, o que fazer… Enfim, nada de muito novo. Respondo com cuidado e carinho a todos porque sou muito grata  a confiança que depositam em mim, lendo e seguindo minhas dicas.transferir

Escrevo para dizer que com todas as minhas andanças, o que aprendi de mais precioso no quesito viagens é que o tempo passa rápido demais. E talvez seja por isso que passei a viajar de forma mais “slow”, ou seja, mais devagar. Eu sei que é tentador fazer um roteiro de 15 dias e passar por 8, 9 países, já fiz isso mas acredite é tão estafante que no final, a única coisa que você quer é a sua cama e o seu lar. É tudo tão corrido, impessoal, dias e dias acordando às 6:30 da manhã, horas dentro de um ônibus padrão europeu com poltronas duras, estreitas e o pior de tudo,  sem banheiro, que o final da viagem é mais consagrado do que o início. Fiz duas vezes esse tipo de excursão e me arrependi nas duas. Uma foi para a Espanha, que a frustração gerada  me deu uma coisa de  refazer todo o roteiro na minha velocidade, no meu tempo no ano seguinte e outra para Itália, que fiz a mesma coisa; sendo que nessa, o cansaço e o estresse da correria foi tamanho que no final da viagem, nos dois dias que tinha em Paris, fiquei de cama por conta de uma crise de labirintite. Bom, né?!

 Emails que assustam mas que eu faço o possível para ajudar

 Sabe, nos emails que chegam aqui na produção, falando justamente sobre roteiros mirabolantes, onde é possível acordar em um país, almoçar em outro e dormir em um terceiro, que a vontade que tenho é de escrever com todas as letras: NÃO FAÇA ISSO! É muito grande. Mas quem sou eu para atrapalhar o sonho alheio? E, de certa forma, as pessoas sabem que isso não é legal nem proveitoso, percebo logo, porque vem aquela frase “ou ju, sei que é loucura mas fechei um pacote de 10 dias pela Europa e vou conhecer  6 países… me ajuda a montar uma mala leve e me dê dicas do que é imperdível nas cidades  x, y, z ?” Olha, eu te ajudo já que você comprou o pacote porque o preço estava ótimo… Entendo que os preços sejam mais convidativos mesmo nesse tipo de roteiro mas sei lá… não são tão melhores do que roteiros em um ritmo mais tranquilo, não…

 “Ok, eu já entendi, viajar de pacotão é roubada mas é a minha primeira vez…”

Essa frase também leio muito e como já disse, quem sou eu  para me meter no sonho alheio. É por isso, que se você tiver a sorte de ler esse post antes de fechar algum pacote, vai por mim, diminua o ritmo. Independente da idade, da disposição, da vontade de querer ver-tudo-ao-mesmo-tempo-agora, diminua o ritmo. São dez dias? Escolha no máximo três países, a Europa tem países mínimos e outros tão grandes quanto o nosso aqui. Portanto, três países podem ser até demais dependendo da região. Essa dica vale tanto para quem está prestes a fechar um pacote na agência, para quem está montando um com o agente de viagens e para quem vai de forma independente mesmo, que para mim é a forma mais bacana de viajar mas eu entendo perfeitamente seu receio de ir para um outro país sem dominar o idioma e coisas afins.

Essa é a dica mais preciosa que você tem para mim? É. É mesmo. Se você chegou até este humilde bloguito é por que tem dúvidas, tem ideias, tem vontades mas não sabe exatamente como conjugar tudo isso. Vai por mim, menos é mais, deixe-se levar por uma tarde livre, por um lanche sentado no banco da praça, por um passeio pelo supermercado (que aliás, é um dos passeios que mais gosto de fazer), por uma soneca até mais tarde… Viajar é prazer, é leveza de espírito, não tem que ser a meia-maratona com todos os horários calculados rigidamente. Tem que ser leve e tem que ser bom.

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Sou como você ou nem tanto. Gosto de viajar, conhecer lugares novos, me divertir e sem gastar muito. Na faixa dos 30, carioca, museóloga, aprendiz de fotógrafa, viajante desde muito tempo, sempre atrás de boa comida, conhecedora experiente de chocolates, fã de cachorros e viciada em museus.

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