Dicas, Dicas!!

Eis que escrevendo o projeto da monografia da minha pós em jornalismo e mídias digitais, me vejo de frente com perguntas que achei que já estavam respondida há tempos… Por que devemos dar credibilidade aos blogs de viagens? Onde foi que eles acertaram para superar em vários casos, a necessidade de ir até uma agência de viagens por exemplo? E a revistas de turismo? Perderam espaço para o travelbloggers?

Debruçada nestes questionamentos que comecei a minha pesquisa acadêmica para desenvolver a monografia. Ainda há pouco material disponível, pois pode não parecer, mas o brasileiro costuma dar muita atenção a agências de viagens na hora e decidir seu roteiro de viagem, sim. O que é absolutamente normal. Entretanto, os blogs especializados em viagens e turismo tem ganho cada vez mais visibilidade e adeptos deste tipo de pesquisa.

O que é ótimo para nós que escrevemos no intuito de compartilharmos nossas experiências com outros viajantes e turistas.

Pensando nisso, entre algumas páginas já escritas da pesquisa,  já que o intuito do blog é compartilhar vivências, resolvi resumir aqui algumas dicas para os viajantes não transformarem suas viagens em torturantes dias sem rotina, com horários apertados e corre-corre sem fim.

Talvez já tenha escrito algo parecido aqui no blog, já que ele é de dicas sobre viagens e turismo mas de qualquer forma, uma informação a mais nunca é demais, não é mesmo?

Então vamos lá:

Transporte:

 Conexões apertadas, marcação de voos e trens noturnos ou muito cedo, não conhecer e/ou não ter um prévio conhecimento do transporte público da cidade que irá visitar são os erros mais comuns dos viajantes independentes no  quesito transporte.

Evite ao máximo conexões aéreas com menos de duas horas de intervalo. Decolagens atrasam, desembarques atrasam e se tiver que pegar a mala para despachar no voo seguinte então… Evite pensar que será mais rápido fazer uma conexão com intervalo entre chegada e saída  muito próximo. A chance de você perder a conexão é enorme e o risco de não conseguir outra tão facilmente também.

Trens noturnos e/ou voos muito cedo. Trens noturnos só valem a pena se a viagem for em cabine individual, no máximo, dupla e com cama e banheiro. Fora isso, dormir sentado a noite toda e esperar para ter um dia seguinte glorioso na cidade escolhida é  uma roubada sem tamanho. Dormir mal significa passar o dia todo mal, e consequentemente não aproveitar muita coisa.

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Acomodação

Aí vai depender do seu grau de desapego e  quanto pode pagar por isso. Albergues já foram sinônimos de bagunça e falta de segurança mas, felizmente, esse conceito vem mudando bastante. Há vários albergues onde famílias inteiras se hospedam sem problema algum. O importante nesse caso, é sempre procurar referências em sites conhecidos. Booking.com e tripadvisor são ótimos para  fornecer além dos valores praticados, as impressões dos hóspedes.

Comidas típicas

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É uma parte da viagem bastante contraditória. Comer ou não comer as comidinhas típicas dos lugares visitados? Bem, eu sempre digo para ter cautela, não sair por aí experimentando qualquer coisa em qualquer lugar. Em muitos lugares do mundo é comum uma barraquinha ou banquinha vendendo algo típico da região para comer, eu sempre vou com calma, presto atenção as condições de higiene do lugar e se tiver temperos muito exóticos e/ ou ingredientes igualmente diferentes daqueles que estou acostumada a ingerir, penso algumas vezes se vale a pena mesmo “correr o risco”. Mas isso é algo bastante pessoal, eu no quesito alimentação, sou um bocado seletiva, se não conheço e não confiei na cara do lugar onde a comida está, certamente não vou comer.

Farmacinha de viagem

Logicamente, escrevendo sobre comidas típicas, me lembrei de alguns perrengues  que passei com  alguns temperos mundo afora… Por isso, tão importante quanto o passaporte, é ter uma farmacinha de viagem. Já escrevi um post específico sobre isso. Não dê bobeira, leve consigo alguns itens importantes que podem salvar a sua viagem.

Vestuário e mala

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Outro item bastante polêmico. Entendo que para muitos, levar um pedaço da casa consigo é uma forma de sentir mais confortável mas vamos combinar que menos sempre é mais. Não precisa levar uma mini mudança na viagem, lembre-se que viajar também é uma forma de praticar o desapego e se dar um pouco de liberdade. Leve o básico, de preferência que caiba numa mala média para que você possa carregá-la sem problemas.

Moeda local e idioma

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Se você pretende viajar pela América do Sul, o idioma não será um problema, o portunhol é facilmente compreendido e o português falado pausadamente, também. Leve dólares e troque em casas de  câmbio ou nos bancos, a cotação é bem melhor do que levar a moeda local daqui.

Se você vai para a Europa, leve euros, lógico. Se por acaso, for para um país, que embora faça parte da União Européia, ainda tenha a moeda local em circulação, não se preocupe, o euro é bem aceito e no máximo você receberá o troco na moeda local. Salvo a Inglaterra que mantém a Libra como moeda principal, nos outros países essa questão monetária é bem tranquila. Os cartões pré-pagos mesmo com o IOF alto são uma boa opção, prática e segura.

Comunicação

Do you speak english ?

Ah sim, na Europa, arranhar um inglês básico é fundamental. Mas demonstrar interesse em aprender como se diz palavras básicas no idioma local, é mostrar-se simpático e interessado na cultura e isso normalmente, tem efeito bastante positivo. Por hora, é só.  Mas volto logo!!

Boa viagem!

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