Em Veneza…

Olá pípol! tudo bem?

Veneza é diferente. E ponto. Não sei dizer se é bonita, se é feia, não sei… Mas é diferente de tudo que já vi por aí…

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Banhada pelo Mar Adriático, na região do Veneto, Veneza é formada por centenas de ilhotas. Porto de grande importância no século X, Napoleão a descrevia como o “salão mais formoso da Europa”.

Eu poderia escrever um texto enooooorme sobre Veneza mas acho que as imagens, cerca de 500, dizem muito mais. Lógico que não dá pra publicar todas aqui, coloquei as que melhor resumem o dia que passei lá.

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O roteiro percorrido foi o mais enxuto possível, a cidade é um lugar para ficar uns três dias mas eu só tinha um, então decidi percorrer os pontos mais expressivos… Eu só não contava com a dificuldade de locomoção… Pode ser muito pitoresco entrar em uma ruela e se deparar com o rio no lugar de uma rua… Mas quando não se tem o tempo a favor e é preciso chegar do outro lado do canal e a ponte mais próxima fica lá depois da curva, pode ser um pouquinho complicado… Fora o caos controlado que o excesso de gente causa. Veneza é uma cidade muito cheia, em todo lugar e para tudo.

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Então, a primeira dica é: adquira um mapa da cidade! É sério! Mesmo com ele, você ainda vai se sentir meio perdido dentro de um labirinto.

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A piazza San Marco acaba meio que sendo um ponto de referência e de encontro. Tá em grupo? Combine com todo mundo caso alguém se perca que o ponto de encontro é a porta de entrada da Basílica ou a entrada da torre do Campanário… Sabe como é com tanta ruazinha é fácil, fácil se perder…

Falando em piazza San Marco, a Basílica é um dos poucos lugares onde podemos visitar gratuitamente. Geralmente a fila é grande mas anda rapidinho. Vale a visita, sem bem que gostei mais da arquitetura externa. Lá dentro pode tirar fotos sem flash e mochilas não entram, mas parece que tem um depósito de pertences no lado externo, eu não vi, portanto não posso indicar onde fica e se é seguro. Pra você ter uma ideia, eu estava na fila e na minha frente havia um padre brasileiro que tinha rezado a missa da manhã mas que tinha voltado a tarde para visitar a igreja e visualizá-la melhor. Ele estava com uma mochila e não entrou, foi barrado mesmo pelos seguranças, que nem deram bola para o colarinho clerical que ele usava… Bom… segurança é segurança, pra qualquer um.

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A torre do relógio (torre dell’Orologio) me chamou demais a atenção. Datada do século XV, o relógio exibe as horas em algarismo romanos, as fases da Lua e os signos do Zodíaco.

Em Veneza os restaurantes costumam cobrar a tal taxa da turismo. Alimentação é bem cara mas como a crise é mundial, sempre haverá um restaurante com um cardápio na entrada e com a observação de que aquele estabelecimento não cobra taxa de turismo.

Passear de gôndola é um charme, mas um luxo caro. Meia hora para cinco pessoas fica em torno de 100 Euros, vai depender do gondoleiro… Se você estiver em grupo, pode ser uma boa mas se estiver só ou em dupla… Bom, mas vai que o seu sonho é andar de gôndola em Veneza e quem sou eu para dizer que não vale a pena… Eu não me interessei, preferi andar pelas pontes a pé.

Outro lugar que faz parte do roteiro basicão é a ponte Rialto e o mercado. Mercados existem em praticamente todas as cidadezinhas italianas e costumam ser o melhor lugar para aquelas comprinhas. Aqui, a especialidade são os famosos cristais de Murano, que não são aqueles com qualidade superior e garantia das lojas mais chiques mas fazem um sucesso danado. Eu faço coleção de pinguins e lá encontrei uma família inteira em cristal. Coisinhas lindas!

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A Torre do Campanário, o Palácio Ducalle, a Galeria della Academia e outras instituições merecem uma visita. Mas se você estiver com tempo apertado, escolha um e seja feliz! Hospedagem em valores razoáveis não é fácil de encontrar e ficar em Veneza mesmo pode sair bem caro, prefira as cidades próximas.

Os canais funcionam como ruas e os vaporettos como transporte público mas se você não tem muito tempo, como era o meu caso, talvez não precise se preocupar com isso, caminhar ainda é a melhor solução.

A melhor maneira de chegar a Veneza é de trem. Através de duas estações, a de Santa Lúcia na parte histórica da cidade e a de Mestre, no continente.

Sabia que a cidade tinha um encanto e de fato, tem. Eu não sei o que é, mas Veneza tem um charme peculiar, exclusivo e único. E se você quer conhecê-la, corra! Porque está desaparecendo um 1 cm por ano!! (piada sem graça)…

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E detalhe, não fede!! Como tantas vezes ouvi. Quer dizer, às vezes eu senti um cheirinho de esgoto sim…

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