Praga–Introdução

Uma cidade de telhados vermelhos. A beleza de Praga na República Tcheca (ou Checa) é cinematográfica e sem exageros da minha parte. Uma cidade florida, de gente alegre, de jovens que consideram a noite  uma das melhores da Europa, de cervejas artesanais e baratas e de arquitetura majestosa. Com uma culinária baseada na carne de porco e na cerveja, sem contar os doces maravilhosos, Praga é uma cidade para se caminhar, para apreciar os detalhes e para comer bem.

Praga é um museu a céu aberto, dinâmico e vivo. Do gótico, passando pelo rococó, neoclássico e contemporâneo, a cidade vive em harmonia. Seus habitantes, jovens de cabeças coloridas e jeans rasgados, bebem muita cerveja e fumam muito. Os idosos fazem tudo a pé e geralmente estão acompanhados dos netos pequenos. A cidade dorme tarde e acorda cedo. O rio Vltava com suas correntezas vistas do alto da ponte Carlos, avisa que a cidade não é pacata, muito menos exala cheiro de cidade do interior com seus casarios antigos. Praga é moderna, vibrante e colorida. Seus telhados tão bem avistados do alto do bairro do Castelo, contrastam o vermelho ora com o céu azul, ora com o céu cinza. Dias de muito sol precedem dias de chuva. A temperatura é amena e bater perna pela cidade é sempre uma ótima opção.

 Dicas práticas:

Permanência: ficamos 4 dias na cidade. Tempo para ver os principais pontos turísticos com calma. Mesmo estando na baixa temporada, a cidade estava lotada de turistas e estudantes em excursões do colégio.

Moeda: apesar de fazer parte da União Europeia, a moeda utilizada é a Koruna.  Assim como em Budapeste, não utilizamos casa de cambio, sacamos dinheiro com travel card em caixas eletrônicos.

Idioma: O tcheco é um idioma difícil mas muita gente fala inglês, então não houve problema algum com a comunicação. A parte turística é bem orientada em tcheco, alemão e inglês.

Culinária: carne de porco, batata e cerveja, basicamente. Tem pra todos os gostos e bolsos. Os doces, que são meu ponto fraco, também são imperdíveis.

Transporte: metrô e tram. Entretanto, a cidade é fácil de caminhar e não é grande. Ficamos muito próximo do centro da cidade e fizemos todos os passeios a pé.

Chegada e saída: chegamos de trem vindo de Viena e fomos de avião para Paris. No hotel, pedimos a recepcionista um taxi para nos levar ao aeroporto e pagamos 16 Euros, sim pagamos o taxista em Euros.

Hospedagem: nos hospedamos no Brezina Pension, perto de tudo em um bairro cercado de outros hotéis, comércio e afins.

Aguardem cenas dos próximos capítulos…

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